SEXTA-FEIRA, 29 de Abril De 2011

Jornal Com Foco em Tecnologia das Informações a famosa TI

o mundo em volta da TI

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Porto Alegre, RS, Brazil
"...é hora de parar de encarar as redes sociais como moda passageira. As autoridades deveriam ver a internet como prioridade nessas situações. Ela é a melhor instrumento para comunicação em crises..."

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Liderança – O poder da equipe

Você se considera um bom líder? A sua organização possui bons líderes? O líder não deve ser avaliado apenas pelo seu conhecimento, mas, sobretudo, pelo talento de formar equipes de vencedores.

A organização não prosperará se depender apenas das habilidades de seu principal comandante. É necessária a contribuição de todos os membros da equipe, para que o sucesso seja plenamente conquistado. No time vencedor o "eu" deve ceder lugar ao "nós", pois se "eu" conquisto, "nós" multiplicaremos. Somente "nós" poderemos construir e manter equipes de trabalho de alta performance, gerando confiança, respeito, união e uma força motriz capaz de superar metas ousadas.

O papel do líder é montar equipes evitando a violação de qualquer norma coerente, pois isso destroi qualquer vínculo que leve ao sucesso. Veja, por exemplo, o quanto os gansos podem, através de sua disciplina nos longos voos contribuir com ensinamentos para todos aqueles que desejam aprimorar o talento de formar equipes vencedoras. Ao movimentar as asas, os gansos criam sustentação para o pássaro seguinte. Ao voar em uma formação em V, o bando aumenta o alcance de seu voo em até 71%. Tal desempenho não seria possível se cada ave voasse isoladamente. Portanto, compartilhando uma direção comum e viajando com senso de comunidade, podemos alcançar a meta rapidamente sem muito desgaste.

O fato é que, sempre que um ganso sai da formação, ele sente o arrasto e a resistência de tentar voar sozinho e, rapidamente, retornar ao grupo ganhando assim sustentação da ave imediatamente à sua frente. Daí, trabalhando em equipe, como os gansos, permaneceremos alinhados com aqueles que estão indo para onde queremos ir. Precisamos estar dispostos a aceitar ajuda, bem como a dar a nossa contribuição.

Sempre que o ganso líder se cansa, ele gira para trás na formação e outro ganso voa à sua frente. Portanto, revezando as tarefas e dividindo a liderança entre os componentes do grupo, nos tornamos interdependentes um com o outro, contribuindo assim para o sucesso de todos. Os gansos, quando em formação, agem da seguinte forma: o de trás emite um som para encorajar os que estão na sua frente a manter a velocidade.

Além disso, quando um ganso fica doente ou ferido, dois gansos saem da formação e seguem-no para ajudá-lo e protegê-lo. Eles ficam juntos até que ele seja capaz de voar novamente ou morra. Daí, buscam uma nova formação para cumprir a sua jornada com segurança. Apoiando-nos uns aos outros podemos, assim como os gansos, superar momentos difíceis e crescermos ainda mais quando estamos fortes. Então, devemos todos voar em formação, com a humildade de voltar para trás sempre que um companheiro necessitar de ajuda.

Nunca é demais lembrar que as maiores realizações na vida não são alcançadas por um indivíduo apenas, mas por grupos de pessoas pró-ativas que buscam um bem comum. Procure por trás de cada vencedor e encontrará um grande treinador. Observe um grande líder e perceberá uma pessoa disposta a estimular e apoiar sempre que necessário, pois estamos nesta vida para ajudar a conquistar e não para destruir sonhos. Afinal de contas, a nossa missão deve ser oferecer os nossos dons para beneficiarmos uns aos outros.

Pense isso!

 rh.com.br

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Novo papel pode ser reutilizado 260 vezes

Taipé-  O "i2R e-Paper" é um tipo de papel, mas não papel como nós o conhecemos --não ainda, afirmaram os responsáveis por seu desenvolvimento, de Taiwan.

O produto usa uma impressora térmica, do mesmo tipo empregado em máquinas de fax. Quando a mensagem não é mais necessária, o papel pode ser apagado com um botão --pronto para ser usado novamente até 260 vezes.

Pesquisadores do Instituto de Pesquisa Tecnológica Industrial, onde o papel foi desenvolvido, dizem que ele é o substituto ideal para letreiros de papel e cartazes que são produzidos aos milhares ao redor do mundo.

"Acho que a maior inovação é que aparelhos com painéis tradicionais normalmente precisam de eletricidade para mostrar letras, mas nossa tecnologia torna isso mais parecido com o uso de papel normal", disse John Chen, vice-presidente do Instituto e diretor-geral do Centro de Tecnologia de Painéis.

"Em primeiro lugar, ele não requer eletrodos padronizados --é muito leve, macio e pode-se escrever novamente nele. Dessa perspectiva, ele é um papel eletrônico autêntico".

O que diferencia o "i2R e-paper" é o seu revestimento --um filme plástico coberto com um tipo de cristal líquido cuja estrutura é similar à de moléculas de colesterol.

O composto não requer uma luz traseira para a impressão e pode produzir diferentes cores.

Quando conectado a uma fonte de eletricidade, o que está impresso pode ser apagado. Também há uma impressora modificada que apaga o papel ao fazê-lo rolar para trás.

Um pedaço do papel do tamanho de uma folha A4, que já está sendo produzido, custa cerca de 60 dólares taiuaneses, aproximadamente 2 dólares. Os envolvidos no projeto esperam que ele esteja disponível para consumidores dentro de dois anos.


FONTE: Info OnLine

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Japão aprova lei que criminaliza criação de vírus de computador

O parlamento japonês aprovou nesta sexta-feira (17) uma lei que criminaliza a
criação e distribuição de vírus de computador. Críticos, porém, sustentam que a
medida poderia violar o direito constitucional, que garante a privacidade nas
comunicações.

A nova lei pune a criação ou distribuição de um vírus sem causa razoável com até
três anos de prisão ou multas de 500 mil ienes (quase R$ 10 mil). Além disso, a
obtenção ou armazenamento do vírus será penalizado com até dois anos de prisão
ou multas de 300 mil ienes (quase R$ 6 mil), informa a agência de notícias local
"Kyodo".

Um dos aspectos mais polêmicos da norma é que ela permite copiar ou apreender
informações de servidores de internet que estejam conectados a computadores que
tenham sido desapropriados durante uma investigação.

A medida também permite às autoridades solicitar aos provedores que conservem
dados de comunicações, tais como nomes de remetentes e destinatários de e-mails,
por um prazo de até 60 dias.



sexta-feira, 24 de junho de 2011

O que é preciso para ser um líder?

Liderança é um tema que desperta bastante interesse, não só pela importância, mas por ser sempre atual. Muita coisa já foi escrita sobre liderança e o que me intriga são livros ou matérias de revistas que apresentam algo do tipo "O perfil do líder do futuro" ou algo como "Os dez mandamentos da liderança eficaz". Afinal, existe um perfil ideal de liderança? O que torna alguém esse líder? Existe alguma "receita" para o sucesso nesse sentido?

 

Respondendo a primeira pergunta, podemos considerar de forma pragmática que, para o mundo dos negócios, existe sim um perfil ideal, ao avaliarmos o que se espera de um líder. É aquele que consegue por meio das pessoas fazer com que uma organização gere resultados extraordinários nos negócios, conquistando mercado, encantando clientes, satisfazendo seus funcionários e enchendo os bolsos dos acionistas. Para realizar tal feito, é preciso uma combinação entre conhecer o negócio em que se atua e comportamentos sociais desenvolvidos, pois um líder deve ser capaz de fazer seguidores e saber para qual direção deve conduzi-los.

 

É inegável que uma formação de respeito e principalmente boas experiências são fundamentais para que alguém desenvolva suas competências de negócio. No entanto, o sucesso de um profissional depende mais de aspectos comportamentais e inteligência emocional, o que fica evidente ao olharmos o histórico de grandes líderes. Aí é que as coisas se complicam, pois quem possui qualidades desejáveis como ter ótima capacidade de análise e ser dotado de um raciocínio lógico e impessoal, raramente consegue ser tão hábil ao avaliar o impacto humano de suas ações ou tomar decisões baseadas apenas em intuição. Ao tratarmos de comportamento, estamos nos referindo a tendências, que muitas vezes se apresentam como pontos opostos em uma dicotomia. Por exemplo: ou apresentamos tendência para ser racionais ou empáticos. E é este o ponto. É praticamente impossível encontrarmos uma pessoa que consiga reunir de modo excelente visão de negócio e habilidades comportamentais geralmente atribuídas e esperadas de um líder. É possível que se reúna um bom repertório de qualidades, mas ninguém é perfeito.

 

A cada dia sou levado a crer que qualquer um que esteja disposto a lutar por uma boa causa e que consiga adeptos pode ser considerado um ótimo candidato a líder. O ser humano tem em sua natureza a necessidade de fazer o bem. É comprovado cientificamente que somos movidos à emoção e sentimos prazer quando fazemos o bem ou ajudamos o próximo. Basta observar os movimentos sociais diante de tragédias como recentemente o Tsunami devastador que atingiu o nordeste do Japão. E também é comprovado que temos uma necessidade de empatia e identificação com outras pessoas. Assim, acredito que a maior qualidade de um líder é ser humano, no que me refiro a ser capaz de errar – é bem verdade que é prudente não errar tanto – e agir como alguém que sabe que é falível, mas que tem coragem para se levantar e seguir em frente, mostrando capacidade de superação.

 

Essa motivação para seguir lutando e superando adversidades, só é possível para quem se conhece bem a ponto de saber sonhar acordado, porque o sonho, neste contexto, talvez seja uma simples metáfora que nossa mente utiliza para materializar nossos mais profundos sentimentos de realização.

 

Portanto, se pudesse dar um único conselho a quem anseia ser um líder eu diria para buscar sempre o autoconhecimento, pois só assim será capaz de entender o mundo e escolher qual papel gostaria de exercer nele. Como diria Carlos Drummond de Andrade: "O importante não é estar aqui ou ali, mas ser. E ser é uma ciência delicada, feita de pequenas-grandes observações do cotidiano, dentro e fora da gente. Se não executarmos essas observações, não chegamos a ser: apenas estamos, e desaparecemos."


Cristiano AmorimG



Como ser liderado por um profissional da Geração Y

Muito se fala sobre como liderar profissionais da Geração Y, como aprender a lidar com as diferenças inerentes destes que invadem as organizações.

 

A Geração Y, caracterizada, em sua maioria, por pessoas arrojadas, pró-ativas, tecnológicas, com sede de crescimento e realização, tem se valido desses pontos fortes para alçar voos cada vez mais altos, de forma cada vez mais precoce.

 

Esse fenômeno tem gerado um movimento interessante: profissionais da Geração X sendo liderados por outros da Geração Y. Isso não demonstra que os mais novos sejam mais preparados, mas que têm apresentado um comportamento fundamental para o mundo dos negócios: foco em resultados. E, com a capacidade tecnológica quase que inata, conseguem evoluir em conhecimento e atuação com uma velocidade extraordinária.

 

Então, a grande questão é: como ser liderado por um membro da Geração Y? Se os conflitos existem para liderar um profissional desta geração, imagine para ser liderado por ele. Mas vale enfatizar aqui um equívoco que muitas vezes é declarado nas organizações: é difícil lidar com os profissionais da Geração Y.

 

Realmente alguns não controlam seus impulsos e, por conta da pressa em crescer profissionalmente e do foco exclusivo em suas carreiras, comportam-se de maneira inadequada, não envolvendo-se plenamente em suas responsabilidades.

 

No entanto, também não é fácil para um jovem dessa geração ser liderado por alguém da Geração X, que se vale de sua experiência e vivência para inibir a participação efetiva desses novatos e impedir que explorem todo o seu potencial.

 

Percebam que a grande questão resume-se em uma palavra muito simples: ego. É ele que faz com que a Geração Y não respeite hierarquia, pois não admite a importância da experiência da Geração X. É também o ego que impede que os seniores abram espaço para que os mais novos participem verdadeiramente das estratégias da organização, pois não conseguem conceber que um jovem que tem idade para ser seu filho possa projetar ações mais eficientes que as suas.

 

O profissional da Geração X que não conseguir deixar o ego de lado jamais conseguirá ser liderado por um mais jovem, causando grandes transtornos para as organizações e, principalmente, para sua carreira.

 

Vivemos num contexto no qual a Geração Y não se tornou mais importante que a X, apenas virou parte integrante e vital do processo. Passamos por isso quando as mulheres projetaram-se para o mercado de trabalho e, gradativamente, foram ganhando espaço até assumirem cargos de liderança nas organizações.

 

Em resumo: não existe a geração ideal; o que existe é o profissional certo para o lugar certo, independentemente da idade ou sexo. Veja como ser liderado por um profissional da Geração Y.


Alexandre Prates


As redes sociais matarão os sites de empregos?

Nos últimos dias, a imprensa especializada, a partir de uma informaçao publicada pelo site "GigaOM", noticiou com bastante destaque que o LinkedIn está se preparando para lançar um recurso que vai permitir que usuários se candidatem a vagas de emprego usando seus perfis. A novidade, que deverá receber o nome de "Apply with LinkedIn" (candidate-se com o LinkedIn, em português), nos abre espaço para uma pergunta: "As redes sociais matarão os sites de empregos?".

 

Nos últimos contatos que tenho feito com profissionais de diversas áreas, inclusive os de RH, tenho notado que existe uma grande confusão em relação ao papel das redes sociais nas atividades de recrutar e selecionar pessoas.

 

É óbvio que as redes sociais são bons mecanismos de captação de candidatos - receber currículos e anunciar vagas. Mas o que ocorre após você visualizar os currículos dos interessados? Deve iniciar a escolha e analisar os currículos fazendo comparações entre os requisitos da vaga e dos candidatos, certo? Então me digam: o que tem de novo nisso em termos de recrutamento e seleção? Absolutamente nada!

 

Esta maneira "nova" de captar é muito semelhante às formas tradicionais, feitas em sites de empregos e que já são bem conhecidas pelos recrutadores. Nestes, as funções disponíveis são: 1. anuncio da vaga; 2. recebimento dos currículos dos candidatos interessados; 3. aplicação de filtros simples para encontrar os potenciais finalistas (o que as redes sócias ainda não tem, nas devem ter em breve) e 4. imprimir os currículos desses últimos para iniciar as comparações entre os requisitos da vaga e dos candidatos. Portanto, somente após essas etapas inicia-se o processo de escolha!

 

Podemos concluir que as redes sociais, assim como os tradicionais sites de empregos do mercado, se prestam ao mesmo fim e são muito semelhantes em seu propósito. Servem basicamente para anunciar vagas e captar candidatos. Mas então o que seria o novo? A resposta esta em utilizar fortemente as redes sociais para ser um canal eficaz de relacionamento e captação de candidatos;


Cezar Antonio Tegon

Bons técnicos serão bons líderes?

Ao longo da minha carreira profissional em empresas, tive oportunidade de presenciar algo que, provavelmente você que lê esse artigo também já assistiu: Aquele excelente técnico de uma determinada área ser reconhecido pela empresa e ter como prêmio(?) a sua promoção para um cargo de Chefia, passando a Liderar(?) a sua equipe.

 

E não são poucas as vezes em que a empresa acaba perdendo o técnico e o líder...

 

Poderia se questionar se a empresa "preparou" o técnico para o cargo, se ele estava pronto, se tinha o perfil e a competência, se desejava liderar pessoas etc...

 

A Profa Cecília Whitaker Bergamini, cita em seu livro " O Líder Eficaz" que " poucas foram as organizações que se deram conta das conseqüências negativas que no futuro poderiam enfrentar devido ao descuido com o qual escolhiam qualquer pessoa para postos que requeriam a competência de um líder. Julgava-se nesse caso que uma dose de bom senso poderia garantir o sucesso em comandar pessoas".

 

E as citadas "consequências negativas" não são poucas... Além do resultado insatisfatório, líderes despreparados causam verdadeiros desastres no equilíbrio das relações dentro da equipe e nas interações com outras áreas.

 

Egos inflados pelo poder do cargo saem dando "canetadas", administrando através de circulares e normas internas, fazendo ameaças, como se estivessem tocando gado, mas como diz aquela canção "gado a gente ferra, engorda e mata, mas com gente é diferente...".

 

Peter Senge em Liderança em Organizações Vivas complementa: " O preço que todos nós pagamos no final das contas é incalculável: as instituições que cambaleiam de crise em crise, a tensão constante dos membros dessas instituições, o desempenho(no máximo) medíocre a longo prazo e o conseqüente reforço do ponto de vista de que "as pessoas comuns" não têm poder de mudar as coisas".

 

E essa questão de que bons técnicos não necessariamente serão bons líderes é também percebida fora do âmbito das organizações, como nos mostra o esporte: alguns excelentes jogadores de futebol, verdadeiros "craques" que tentaram a carreira de treinadores acabaram desistindo. Já alguns considerados "medíocres" como jogadores, mostraram uma fantástica capacidade de liderança e tornaram-se referências como comandantes das suas equipes.

 

Confunde-se também Liderança e Poder. A já citada Profa Cecília Bergamini, comenta: " Claro está que não existem organizações sem pessoas que detenham poder e algum tipo de autoridade formal. No entanto, isso não significa que todos aqueles que detêm poder sejam necessariamente líderes, embora a recíproca seja verdadeira. Líderes verdadeiros têm autoridade e poder, a eles são concedidos de forma especial".

 

Essa concessão de "forma especial" é legitimada pela equipe, pelo seu time.

 

O verdadeiro líder inspira mais do que ensina, os seus atos são coerentes com os seus discursos, abertura e confiança é um círculo virtuoso da relação estabelecida com a equipe.

 

Chemers e Ayman ressaltam o papel ativo do seguidor na construção da eficácia do líder e propõem que "os seguidores afetam o poder de influência do líder, o estilo do seu comportamento, assim como o desempenho do próprio grupo através dos seus processos de percepção, valorização e julgamento".

 

Pensar em liderar sem considerar o papel ativo dos seguidores é trabalhar com uma visão de curto prazo...

 

Ouvi, certa vez, de um Diretor de Empresa que "toda vez que ele arrumava a casa", era substituído do cargo pelo Conselho das Empresas... Apenas ele, não percebia(?) que o que ele chamava de "arrumar a casa" representava na verdade uma "terra arrasada" em que só outro, com outro estilo e competência poderia conduzir.

 

Em "O Líder Eficaz", temos ainda: O grande desafio já não é mais provar se o líder nasce líder ou se ele pode ser preparado para tanto. Para um grande número de empresas, o líder passa a ser considerado como um agente de mudança e como alguém capaz de levar seus seguidores a identificar-se com ela. O líder naturalmente seguido é aquele que prioriza sua capacidade de mostrar aquilo que as pessoas, no geral, não conseguem ver tão facilmente, e convencê-las da sua importância.

 

E sabemos que a capacidade de impor pode ser atributo de qualquer um, investido de poder, mas a capacidade de convencer exige brilhantismo, conteúdo, carisma e por que não dizer simplicidade e humildade.

 

Diz J.Collins que "as relações mais produtivas estão, em sua essência, nas parcerias mútuas enraizadas em uma liberdade de escolha cabida a ambas as partes de participarem somente do que for mutuamente benéfico".

 

Podemos extrair do parágrafo acima, algumas palavras que decidem a manutenção das relações, sejam elas de que naturezas forem: parceriasmútuas, liberdade de escolha, benefícios mútuos...

 

E as essas mesmas palavras um bom líder deve estar atento.


Antonio Luiz Amorim



Mudanças no governo: a diferença entre chefiar e liderar

Termina mais um ciclo de Palocci no governo - o que não garante que seja o último. Como o lendário pássaro grego, fênix, sua capacidade de ressurgir das próprias cinzas é impressionante. Mitologia grega à parte, o discurso de posse proferido pela agora ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, reforça o lado gerencial do atual governo. A definição de funções, declarada pela ex-senadora dá o tom: fixar metas, acompanhar projetos e cobrar resultados - postura que muito se assemelha à própria presidente enquanto ocupante da mesma cadeira. Corre a boca pequena que Gleisi será a Dilma da Dilma, devido à similaridade no modo de gestão.

 

Nada tenho contra o perfil administrativo, até porque esta foi minha formação. Há, todavia, uma diferença abissal entre um bom gerente ou gestor e o líder verdadeiro, perfil que se espera de alguém dirigindo uma grande empresa ou ainda uma nação. Fayol e a teoria clássica da administração listaram no início do século passado as funções de um gerente: planejar, organizar, controlar, coordenar e comandar, gerindo e alocando os recursos da melhor maneira possível. Já o líder deve propagar suas ideias e ideais em nível macro, motivando e inspirando funcionários, fornecedores, clientes, acionistas, ministros, senadores e deputados.

 

A teoria neoclássica, surgida a partir da década de cinquenta nos Estados Unidos em virtude de mercados mais competitivos e do maior grau de exigência dos consumidores, fez com que as empresas tivessem que se preocupar com conceitos como eficiência e eficácia, criando terreno fértil para a Administração por Objetivos ou APO, teorizada pelo guru Peter Drucker e amplamente utilizada até os dias atuais. A APO defende a existência de três níveis de objetivos: organizacionais, departamentais e operacionais, descritos a seguir.

 

Organizacionais: são os macro objetivos, em geral de longo prazo e grande amplitude, influenciando a empresa como um todo. Confundem-se muitas vezes com a visão e a missão da companhia. Preferencialmente simples e de fácil compreensão, devem ser apregoados pelo líder em todas as oportunidades possíveis. Uma boa dica é traduzi-los em frases de efeito, números ou gráficos, os quais ajudarão a fixá-los e torná-los mais tangíveis para toda a organização.

 

Departamentais: como o próprio nome sugere, são os objetivos dos departamentos ou ministérios, os quais devem ser construídos em alinhamento com os organizacionais. Em geral de médio prazo, têm como características a fixação de metas, o acompanhamento do realizado versus previsto, a cobrança por resultados e a eventual revisão, quando necessário. Gestores e gerentes pragmáticos têm um papel importante neste processo, garantindo que o todo não seja prejudicado pela soma das partes.

 

Operacionais: refere-se à execução das metas departamentais, através de ações específicas e pontuais. Colaboradores dedicados e motivados serão aqueles que farão a diferença aos clientes, sejam empresas, pessoas físicas ou cidadãos necessitando de serviços públicos. É essencial nesta etapa criar e simplificar procedimentos e processos, evitando ao mesmo tempo a burocracia e o desvio de atenção e recursos, garantindo assim um serviço ou produto de qualidade.

 

Creio que já tenha escutado a história do excelente técnico ou vendedor que se tornou um gerente mediano. Falta de habilidade em gerenciar pessoas e paixão pela pesquisa, estão entre as prováveis causas. Algumas empresas já se ocuparam sobre o tema, criando estruturas técnicas e gerenciais distintas, evitando assim a fuga de talentos. Preocupação semelhante ocorre com as questões de formação de lideranças e processos sucessórios, de maneira que se possa garantir a continuidade dos negócios em casos de aposentadoria, desligamento ou transferências.

 

Moldar gestores e líderes é tarefa árdua, a qual demanda tempo e dedicação aos envolvidos. Imprevistos e acidentes de percurso podem ocorrer, nos quais há a necessidade de se antecipar ou queimar etapas, promovendo pessoas ainda não totalmente aptas para o exercício de determinado cargo ou função. Além da curva de aprendizado da nova atividade, o profissional terá que desenvolver habilidades não técnicas, tais como negociação, planejamento, visão de longo prazo, resolução de conflitos, comunicação e gerenciamento de pessoas.

 

Enfim, muito se elogiou a presidente por seu perfil administrativo e gerencial em seus primeiros cem dias de governo. Importantes, porém menos essenciais a um líder que as habilidades interpessoais e de relacionamento, as quais fazem parte de seu dia a dia. Desejo boa sorte à nova ministra e que a fixação de metas, o acompanhamento das atividades e a cobrança de resultados, fiquem na Casa Civil - distanciando a presidente das decisões pertencentes a gerentes e gestores para que fique livre para efetivamente liderar o país.


Marcos Morita

Gigante da informática IBM completa 100 anos

  A gigante americana da informática IBM, responsável por várias das revoluções tecnológicas experimentadas pelo mundo, comemora nesta quinta-feira 100 anos de existência com a mesma vitalidade, apesar de já não exercer o mesmo domínio de seus tempos de esplendor.

Com quase US$ 200 bilhões de valor de mercado, a IBM está muito atrás da Apple, mas se mantém ainda assim no firmamento tecnológico, junto com a Microsoft. Essa longevidade deve-se a "seu talento para colocar ao alcance dos usuários o que necessitam e querem em matéria de processamento da informação", indica o especialista Thomas Misa, professor de história das tecnologias na Universidade de Minnesota.

"É o que fizeram nos anos 1930 com suas máquinas com cartões perfurados e fizeram o mesmo, basicamente, com a mudança depois de 1993 dos serviços de informática", afirma. Apesar de ter "ancestrais" que remontam do século XIX, a IBM nasceu oficialmente em 1911 a partir da fusão de três empresas especializadas em relojoaria, balanças e ferramentas de ajuda ao cálculo utilizadas pelos organizadores do censo americano.

Três anos mais tarde, esta empresa batizada de CTR contratou como diretor-geral Thomas Watson, que permaneceu no cargo até 1956, quando cedeu o posto a seu filho. Até 1971, Thomas Watson pai e filho moldaram a cultura do que a partir de 1924 chamou-se International Business Machine, IBM. O grupo foi objeto de piadas durante muito tempo pelo conformismo de seus funcionários, mas isso não lhe impediu de estar na vanguarda da inovação, ao ponto de reivindicar o maior número de patentes americanas nas mãos de uma só empresa. Além disso, entre seus funcionários, há cinco Prêmio Nobel de Física.

A IBM desenvolveu-se graças a seu gosto pelas "grandes apostas", analisa Dag Spicer, conservador do Museu de História dos Computadores (Computer History Museum) em Mountain View, na Califórnia, oeste dos EUA. "Durante a Grande Depressão, Tom Watson continuou fabricando máquinas inclusive sem ter mercado", explica Spicer.

Então, quando em 1935 o presidente Franklin Roosevelt criou o órgão de administração das aposentadorias, "a IBM era a única empresa que tinha o equipamento preparado" para tratar dos milhões de expedientes surgidos da noite para o dia, o que lhe garantiu um domínio sem igual no setor dos cartões perfurados, diz.

Depois, em 1964, "Tom Watson Jr. apostou US$ 5 bilhões, ou seja, quase a totalidade da companhia, em um novo sistema, o 360, (novo modelo de computador central), que tornava obsoletos todos os outros produtos da IBM", assegurando assim a compatibilidade dos programas em toda uma família de computadores. "O sistema 360 foi o maior êxito de todos os tempos em computadores centrais e gravou as letras azuis da IBM no imaginário popular", destaca Spicer.

Por outro lado, a IBM chegou tarde ao mercado dos computadores pessoais nos anos 1980, atrás da Apple, e "ficou à beira da morte". A boa saúde retornou a partir da reorganização em torno das empresas que formam o coração da IBM, um processo iniciado em em 1993. O grupo obteve faturamento de US$ 29 bilhões de dólares em 2010, um recorde, atuando em grandes computadores centrais, centros de armazenamento e serviços.

FONTE: TERRA

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Apple conquista patente sobre telas touchscreen

O Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos aprovou a solicitação apresentada pela Apple em 2007 para patentear as telas touchscreen para dispositivos portáteis, como as instaladas no iPhone e no iPad, informou nesta quarta-feira a CNET.

Essa patente poderia abrir uma nova frente nas disputas legais que envolvem várias empresas do setor, entre elas Apple, Nokia e Samsung, em reivindicações por considerarem que as outras empresas usam tecnologia desenvolvida em seus produtos tecnológicos.

As telas touchscreen invadiram o mercado durante os últimos anos por causa do sucesso do iPhone e é uma característica padrão em todos os tablets e está presente em quase todos os smartphones de última geração. A patente implica que a tecnologia pela qual uma pessoa controla um software através de uma tela com o uso de seus dedos em aparelhos portáteis é uma criação da Apple.

Brasil é terceiro país em maior número de spam

A AVG Technologies anunciou o resultado do Relatório Mundial de Ameaças à Segurança, desenvolvido entre abril e junho deste ano. O estudo, que identifica tendências e desenvolvimento de ameaças online, apontou o Brasil como terceiro país em maior número de spam. Os Estados Unidos continuam em primeiro lugar na lista, com o Reino Unido em segundo lugar.

O resultado ainda apontou que o Brasil deve passar o Reino Unido novamente nos próximos três meses, apesar da língua inglesa ser muito mais usada nesse tipo de mensagem.

"Esta pesquisa é muito interessante, pois com ela podemos medir a evolução dos ataques e a colocação do Brasil no ranking mundial de vírus", comentou Mariano Samrell, diretor de marketing da AVG Brasil.

A explicação para o crescimento dos vírus e spams no Brasil é econômica. O estudo diz que os cibercriminosos mudaram de mercados. Segundo, Yuval Ben-Itzhak, executivo da AVG Technologies, os dados indicam que centenas de servidores vivem em operação em todo o mundo e que a maioria deles estão ativos para roubar credenciais de usuários para serviços bancários online e outros ativos privados.

Ben-Itzhak afirmou que os usuários deixaram de ser o principal foco dos ataques. "Notamos também que as plataformas dos computadores de usuários estão deixando de ser o foco dos criminosos cibernéticos. Como as técnicas de ataques de hackers continuam muito ativas é preciso agir rápido, mas os usuários também precisam tomar uma atitude", explicou.

O crescimento dos dispositivos móveis também é visto como um novo alvo de ataques. "Os SMS e aplicativos falsos facilitam bastante a entrada de vírus nos dispositivos móveis. As técnicas de ataques a celulares são muito mais fáceis de operar do que em PCs", concluiu o cientista-chefe da AVG, Karel Obluk.

A AVG ainda constatou que como mais de 120 milhões de pessoas usando diversos aplicativos do AVG é possível fornecer 1,5 bilhão de ameaças potenciais diariamente.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

T.I & S.I

Tecnologias de Informação (TI) nas organizações

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A introdução de TI numa organização irá provocar um conjunto de alterações, nomeadamente em nível das relações da organização com o meio envolvente (analisadas em termos de eficácia) e em nível de impactos internos na organização (analisados através da eficiência).
As TI são um recurso valioso e provocam repercussões em todos os níveis da estrutura organizacional:
  1. no nível estratégico, quando uma ação é suscetível de aumentar a coerência entre a organização e o meio envolvente, que por sua vez se traduz num aumento de eficácia em termos de cumprimento da missão organizacional;
  2. nos níveis operacional e administrativo, quando existem efeitos endógenos, traduzidos em aumento da eficiência organizacional em termos de opções estratégicas. No entanto, ao ser feita essa distinção, não significa que ela seja estanque, independente, pois existem impactos simultâneos nos vários níveis: estratégico, operacional e tático.

Assim, temos que os Sistemas de Informação permitem às organizações a oferta de produtos a preços mais baixos, que, aliados a um bom serviço e à boa relação com os clientes, resultam numa vantagem competitiva adicional, através de elementos de valor acrescentado cujo efeito será a fidelidade dos clientes.

A utilização de SI pode provocar, também, alterações nas condições competitivas de determinado mercado, em termos de alteração do equilíbrio dentro do setor de atividade, dissuasão e criação de barreiras à entrada de novos concorrentes. Os SI/TI permitem, ainda, desenvolver novos produtos/serviços aos clientes ou diferenciar os já existentes dos da concorrência e que atraem o cliente de forma preferencial em relação à concorrência.

A utilização de alta tecnologia vai permitir uma relação mais estreita e permanente entre empresa e fornecedores, na medida em que qualquer pedido/sugestão da parte da empresa é passível de ser atendido/testado pelos fornecedores. A tecnologia permitiu uma modificação na maneira de pensar e de agir dos produtores e consumidores.

As Tecnologias de Informação têm reconhecidamente impactos no nível interno das organizações: na estrutura orgânica e no papel de enquadramento/coordenação na organização; em nível psicossociológico e das relações pessoais; no subsistema de objetivos e valores das pessoas que trabalham nas organizações; bem como no subsistema tecnológico.

Os maiores benefícios aparecem quando as estratégias organizacionais, as estruturas e os processos são alterados conjuntamente com os investimentos em TI. As TI's permitem, assim, ultrapassar todo um conjunto de barreiras na medida em que existe uma nova maneira de pensar, pois em tempo real é possível às empresas agirem e reagirem rapidamente aos clientes, mercados e concorrência.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Inovações da tecnologia 3D criam novas vagas de emprego no mercado

image.pngVárias empresas começam a usar o tridimensional para conquistar clientes. Cursos superiores já ensinam a usar a tecnologia 3D. Entre eles, design gráfico, de interiores, de produto, animação e ilustração digital e arquitetura.


A imagem é virtual, mas a oportunidade de emprego é bem real. Quem trabalha com a tecnologia tridimensional, ou 3D, está bem cotado no mercado. É o futuro que chegou. E essa técnica de 3D, ou três dimensões, não é usada só no cinema. Arquitetura, engenharia, design até a indústria de cosméticos descobriram a terceira dimensão. A reportagem de Michelle Barros mostra como entrar para esse mundo virtual que paga salários reais e bem impressionantes.

Das telas do cinema para o mundo dos negócios. A tecnologia 3D é a arma de uma imobiliária para fazer o apartamento saltar aos olhos dos possíveis compradores. "A gente não precisa falar muito. Mostrando o 3D, eles já se imaginam dentro e já começam a imaginar onde querem o quê. Eles ficam encantados mesmo", lembra a corretora de imóveis Kauanna Dias.

Várias empresas começam a surfar na onda tridimensional para conquistar clientes. A busca por profissionais que dominem essa técnica está aumentando. Em uma sala de aula, 20 pessoas aprendem a usar a tecnologia 3D. Ainda são estudantes, mas muitos já têm emprego. "Ainda não terminei a faculdade, estou no ultimo ano, mas já estou contratado", contou um estudante.

"Vi que o 3D era muito utilizado, fui atrás e agora trabalho com 3D também", afirmou o estudante Thomer Elkrief, de design de produto. "Aqueles que têm essa noção de 3D, possuem essa nova ferramenta de trabalho, com certeza, têm uma nova visibilidade no mercado", disse o estudante Murilo Couto, de design de produto.

Cursos superiores já ensinam a usar a tecnologia 3D. Entre eles, design gráfico, de interiores, de produto, animação e ilustração digital e arquitetura. Em uma faculdade, o professor Jorge Avelar, de modelagem e animação 3D, diz que a procura por essas aulas aumentou: "A gente tem reparado que alguns profissionais de algumas áreas, que anteriormente não trabalhavam com essa ferramenta, já começam a se interessar, até mesmo pessoas totalmente fora da área".

O salário para quem começa a trabalhar na área, mesmo sem um diploma de nível superior, gira em torno de R$ 3 mil.

"As empresas do segmento automotivo vão explorar bastante esse conceito. O segmento de cosméticos e de eletroeletrônicos. São vários caminhos que essa ferramenta pode atender", afirmou o coordenador do curso de design de produto e gráfico, Sidney Rúfica.

Agora, as empresas de publicidade estão se atualizando para criar propagandas, para os televisores em 3D.



#NOTICIA ~> Bom Dia Brasil 14/06/2011


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Galera tem CURIOSIDADE nova !

Microsoft perde briga de patente no Word


São Paulo – Após uma decisão da justiça, a Microsoft terá de provar "claramente" ao júri porque quer invalidar uma patente infringida no Word 2007.

A MS perdeu a apelação na Suprema Corte americana e agora corre risco de pagar US$290 milhões à empresa canadense i4i, segundo informa o jornal inglês The Guardian.


A i4i processou a Microsoft em 2007, alegando uma infração na patente relacionada ao XML em documentos do Word 2007 e todos os produtos que o incluíam, como o Pacote Office. Ao que tudo indica, as duas empresas chegaram a conversar em 2000 e 2001 sobre o uso do XML, porém não chegaram a nenhum lugar – e então a MS lançou seu Office 2007 com a tecnologia patenteada pela i4i.

Durante o primeiro julgamento, a MS argumentou que a patente era inválida, porém o júri rejeitou a alegação. Ela então apelou à suprema corte, alegando que a corte estava exigido padrões altos demais para sua defesa de invalidação.

O problema do caso da Microsoft está em uma cláusula pouco específica da lei que regulamenta patentes, o Patent Act, de 1952. Ela especifica que as patentes são presumivelmente válidas, e que cabe à outra parte provar sua invalidez – mas não exige provas concretas.

A nova decisão da Suprema Corte no caso da MS implica uma possível nova jurisprudência ao exigir que as evidências de uma invalidação de patente sejam "claras e convincentes".